quinta-feira, 29 de maio de 2008

Holographic Versatile Disc ou HVD

Introdução

Holographic Versatile Disc ou HVD é a próxima tecnologia de discos ópticos, que promete suceder o Blu-ray e o HD-DVD. As vantagens deste disco é a sua capacidade, incriveis 3.9 TBs , que podem ser lidos a uma velocidade de 1 Gbps. O disco é composto por duas camadas, que são acedidas através de dois lasers, um verde-azulado (532 nm) e outro vermelho (650 nm). A primeira camada, a acedida pelo laser verde, contêm a informação propriamente dita, já a segunda camada contém um índice dos ficheiros (ou dos seus segmentos) e a sua posição na camada de dados, o que permite poupar espaço e têm um ganho bastante significativo na velocidade de leitura.

Ultimamente, referente ao HD DVD, Blu-ray, DVD, e ao CD, andamos tentando compactar memória com lasers menores, linhas de leitura em verticais, e também com camadas e duplas-faces. A vantagem da Tecnologia Holográfica, é que ao contrário da mídias citadas anteriormente, que marcam cada ponto como um bit, é que ela pode marcar vários bits no mesmo ponto, através de "queima por ângulos".

Quando se grava um CD, por exemplo, nós "imprimimos" os dados na superfície do produto, como se fossem "marcas de fogo". Por outro lado, quando se grava em uma mídia holográfica, como o HVD, o laser lança uma "luz", um holograma, a mídia "fotografa" o holograma, registrando a informação. E já que a holografia é uma forma de se registrar ou apresentar imagens em dimensões, significa que podemos marcar hologramas em uma mídia várias vezes no mesmo ponto. E já que a longitude dos laseres são bem menores que os das mídias de hoje em dia, podemos associar essa tecnologia com mídias holográficas em várias camadas, como 6, 12 camadas.

Acredita-se que as mídias do futuro serão investidas somente na tecnologia holográfica, com hologramas menores, mais pontos e camadas, e "espaçamento" entre os pontos. Isso poderá ser aplicado não só em mídias portateis, mas em Discos rígidos, por exemplo.


Fundamentos da Memória Holográfica


A primeira etapa na compreensão da memória holográfica é entender o sentido de "holográfico". Holografia é um método de registrar padrões de luz para produzir um objeto tridimensional. Os padrões registrados de luz são chamados de holograma.

O processo de criação de um holograma começa com um feixe de luz focalizado: um raio laser. Este raio laser é dividido em dois feixes separados: um feixe de referência, que permanece inalterado através da maior parte do processo, e um feixe de informação, que passa através de uma imagem. Quando a luz encontra uma imagem, sua composição se altera (veja Como funciona a luz para aprender sobre este processo). De certa forma, assim que o feixe de informação encontra uma imagem, ele carrega aquela imagem em suas formas de onda. Quando estes dois feixes se interceptam, criam um padrão de interferência luminosa. Se você registrar este padrão de interferência luminosa (por exemplo, em uma camada de polímero fotossensível de um disco), estará registrando essencialmente o padrão luminoso da imagem.

Para recuperar a informação armazenada em um holograma, você faz o feixe de referência brilhar diretamente sobre o holograma. Quando ele é refletido pelo holograma, conserva o padrão luminoso da imagem ali armazenada. Você então envia este feixe de reconstrução para um sensor CMOS para recriar a imagem original.

A maioria das pessoas pensa que os hologramas armazenam a imagem de um objeto, como a Estrela da Morte da foto acima. Os sistemas de memória holográfica que estamos discutindo aqui usa os hologramas para armazenar informações digitais em vez de analógicas, mas o conceito é o mesmo. Em vez do feixe de informação encontrar um padrão luminoso que representa a Estrela da Morte, encontra um padrão de áreas claras e escuras que representa "uns" e "zeros".

O HVD oferece muitas vantagens sobre a tecnologia de armazenamento tradicional. Os HVDs definitivamente podem armazenar mais de 1 terabyte (TB) de informação: isso é 200 vezes mais que um DVD de face única e 20 vezes mais que o atual Blu-ray de face dupla. Isto se deve em parte ao fato de os HVDs armazenarem os hologramas em padrões sobrepostos, enquanto um DVD basicamente armazena bits de informação lado a lado. Os HVDs também usam uma camada de gravação mais espessa que os DVDs: um HVD armazena informações em quase todo o volume do disco, em vez de uma única camada fina.

O outro grande reforço sobre os sistemas de memória convencional é a taxa de transferência do HVD de até 1 gigabyte (GB) por segundo: isso é mais de 40 vezes mais rápido que o DVD. Um HVD armazena e recupera toda uma página de dados, aproximadamente 60 mil bits de informação, em um pulso de luz, enquanto o DVD armazena e recupera um bit de dado para cada pulso luminoso.


Como Funciona


Disco Holográfico


A memória holográfica existe há mais de 40 anos, mas diversas características dificultaram sua implementação no mercado para consumidores. Primeiro, a maioria destes sistemas envia o feixe de referência e o feixe de informação no meio de gravação em eixos diferentes. Isto requer sistemas ópticos altamente complexos para alinhá-los no ponto exato em que precisam se interceptar. Outro inconveniente é a incompatibilidade com a mídia de armazenamento atual: tradicionalmente, os sistemas de armazenamento holográfico não continham dados de mecanismo servo, porque o feixe que os carrega poderia interferir com o processo da holografia. Além disso, os discos de memória holográfica anteriores eram notavelmente mais espessos que os CDs e DVDs.

A Optware implementou algumas mudanças em seu HVD que poderão torná-lo melhor adaptado ao mercado consumidor. No sistema HVD, os feixes laser viajam no mesmo eixo e atingem a mídia de gravação no mesmo ângulo, o que a Optware chama de métodos colinear. De acordo com a Optware, este método requer um sistema óptico menos complexo, o que possibilita um captador óptico menor e mais adequado ao uso pelo consumidor.

O HVD também inclui dados de servo. O feixe de servo no sistema HVD está em um comprimento de onda que não fotossensibiliza a mídia de gravação de polímero. No sistema de teste do HVD, os dados de servo são carregados em um laser vermelho (comprimento de onda de 650 nm). O tamanho e a espessura de um HVD também é compatível com os CDs e DVDs.

A estrutura do disco coloca uma camada de gravação espessa entre dois substratos e incorpora um espelho dicróico que reflete a luz verde-azulada que carrega os dados da holografia, mas permite a passagem da luz vermelha para coletar as informações de servo.


Vantagens


Enquanto o HVD tenta revolucionar o armazenamento de dados, os outros discos tentam melhorar em relação aos sistemas atuais. Dois desses discos são o Blu-ray e o HD-DVD, aparentemente a próxima geração de armazenamento digital. Ambos se apóiam na tecnologia DVD para aumentar a capacidade de armazenamento. Essas três tecnologias almejam o mercado de vídeo de alta definição, onde a velocidade e a capacidade são importantes. Então como o HVD se sobressai?

Blu-ray HD-DVD HVD
Custo inicial por disco gravável Aprox. US$ 18 Aprox. US$ 10 Aprox. US$ 120
Custo inicial por gravador/reprodutor Aprox. US$ 2 mil Aprox. US$ 2 mil Aprox. US$ 3 mil
Capacidade de armazenamento inicial 54 GB 30 GB 300 GB
Velocidade de leitura/escrita 36,5 Mbps 36,5 Mbps 1 Gbps

Porque o HVD ainda se encontra nos estágios finais de desenvolvimento, nada é definitivo, mas provavelmente você já notou que o preço introdutório projetado para o HVD é um pouco salgado. Um preço inicial de cerca de US$ 120 por disco provavelmente será um grande obstáculo para os consumidores. No entanto, este preço poderá não ser tão intransponível para as empresas, que são o público inicial almejado pelos desenvolvedores. A Optware e seus concorrentes irão divulgar a capacidade de armazenamento e a capacidade de transferência do HVD como ideais para aplicativos de arquivamento, com sistemas comerciais disponíveis já no final de 2006. Os dispositivos para consumidores poderão chegar ao mercado por volta de 2010.


Mais Informações: Wikipedia

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Microsoft demonstra multitoque do Windows 7

"Microsoft exibe laptop Dell rodando versão do Windows 7 com interface sensível ao toque.

Engenheiros da Microsoft exibiram, pela primeira vez, uma versão do Windows 7 instalada num notebook da Dell com as funcionalidades multitoque.

No computador, é possível selecionar ícones por meio do toque dos dedos na tela. A funcionalidade permite clicar, arrastar e soltar.

No caso de manipulação de imagens, é possível ainda rotacioná-las, ampliá-las ou mesmo efetuar seleção e determinar corte apenas por meio do uso dos dedos.

O computador foi exibido na cidade de San Diego, Califórnia, onde a Microsoft participa do evento “All Things Digital”, organizado pelo Wall Street Journal.

Segundo a diretora corporativa Julie Larson-Green, rodar o Windows 7 sensível ao toque não exigirá mais hardware do que já pede o Windows Vista, com exceção do monitor, que obviamente deve ser capaz de reconhecer o toque sobre a tela.

Julie explicou que algumas das características desenvolvidas para o Windows 7 já estão disponíveis no Microsoft Surface, espécie de PC em formato de mesa operado exclusivamente por toques sobre a tela.

Na opinião da executiva, o toque não substituirá definitivamente o mouse e o teclado, mas será um auxiliar. “Em algumas operações, é simplesmente mais fácil tocar na tela”, disse Julie.

A Microsoft postou um vídeo no blog do Windows Vista que demonstra como funciona o recurso sensível ao toque do Windows 7."

Imagem e Som da Nova Geração

"Pois é, mal o DVD se firmou como mídia popular, substituindo de vez o VHS e em parte o CD como mídia para gravação de dados, e já temos um substituto do DVD na área.

Depois de travar uma batalha com o HD-DVD da Toshiba, mesma idealizadora do DVD, como aconteceu antigamente com o VHS e o BetaMax, o Blu-ray da Sony se consolidou como a mídia do futuro após a Toshiba comunicar em 19 de Fevereiro de 2008 a decisão de não continuar com o desenvolvimento, fabricação e comercialização do HD-DVD.

Blu-ray, também conhecido como BD (de Blu-ray Disc) é um formato de disco óptico de 12 cm de diâmetro (igual ao CD e DVD) para vídeo de alta definição e armazenamento de dados de alta densidade. É capaz de armazenar filmes de até 1080p Full HD e requer obviamente uma TV de alta definição (Plasma ou LCD) para demonstrar todo o seu petencial.
Sua capacidade varia de 25 (camada simples) a 50 (camada dupla) Gigabytes. O disco BD usa um laser de cor azul-violeta, cujo comprimento de onda é de 405 nanômetros, permitindo gravar muito mais informação do que o DVD, que usa um laser de cor vermelha de 650 nanômetros.
E é este laser azul que originou o nome Blu-ray, sendo que “blue-ray” significa “raio azul” em inglês. A letra “e” da palavra “blue” foi tirada, porque em alguns países não se pode registrar uma marca com uma palavra comum.

Os discos de Blu-ray virão nos seguintes formatos:
BD-ROM: disco apenas de leitura.
BD-R: disco gravável.
BD-RE: disco regravável.

Criado pela Sony e pela Panasonic, o Blu-ray ainda conta com o apoio exclusivo da Warner Bros, MGM, Fox e Columbia Pictures.
Cabe agora ao consumidor decidir quando vai ser a hora de trocar toda a sua coleção de DVD´s pelos novos discos azuis da nova geração."

No site Americas.com você encontra Blu-ray players com preço de R$ 2999,00 à R$ 3999,00.

Créditos: Dimensão Particular

terça-feira, 27 de maio de 2008

Supostas telas do Windows 7 circulam pela internet

Imagens do Windows Vista circulam pela internet (clique na imagem para ampliar)














segunda-feira, 26 de maio de 2008

Apple pode lançar iPhone 3G dia 9 de Junho, diz blog

A Apple poderá lançar a versão 3G do iPhone durante a Worldwide Developers Conference, que acontece em São Francisco, nos EUA, a 9 de Junho. A informação é do blog Gizmodo, que afirma que o aparelho chegará às lojas logo após o lançamento e não no fim do ano, como era esperado.

Após meses de especulação, o blog confirma que a empresa de Steve Jobs vai adoptar novas políticas de vendas para o dispositivo, sendo que o iPhone será vendido como um telemóvel comum, disponível, por exemplo, nas promoções de descontos das operadoras para clientes antigos.

Em geral, a marca firma contratos de exclusividade com operadoras de cada país para a comercialização do aparelho. Nos EUA, por exemplo, os compradores têm de assinar fidelização por dois anos com a AT&T para usar o telemóvel. Contudo, há indicações de que a marca pretende mudar essa postura.

Na passada semana, a marca informou que as unidades disponíveis para vendas online nos EUA e no Reino Unido estavam esgotadas, o que fez com que aumentassem os rumores de que a empresa se encontra a preparar o lançamento de uma nova geração do iPhone, em formato 3G, uma das principais críticas apontadas à actual edição do telemóvel, que não tem essa função.

Em Março, um analista da Bank of America, Scott Craig, informou que o lançamento do iPhone 3G aconteceria ainda no primeiro semestre deste ano.

Fonte

Atualização pode ser usada para o mal

David Brumley e Pongsin Poosankam, da Carnegie Mellon; Dawn Song, da Universidade da Califórnia; e Jiang Zheng, da Universidade de Pittsburgh, descobriram um método de comparação que possibilitaria, a partir de um "patch" recém-lançado, a geração automática de um malware capaz de explorar vulnerabilidades.

De acordo com o site heise Security, os pesquisadores analisaram cinco programas da Microsoft para os quais atualizações haviam sido lançadas. Através de ferramentas como Bindiff e EDBS, foram verificadas diferenças entre os arquivos atualizados e desatualizados. Os especialistas procuraram então valores que causariam erro na validação da versão corrigida, o que permitiria que a falha pudesse ser explorada.

Assim, ficou claro que hackers seriam capazes de, em um curto período, criar malwares capazes de utilizar as brechas em softwares antes que elas fossem aplicadas ao computador dos usuários. Mesmo que o Windows venha pré-configurado para baixar e instalar atualizações automaticamente, este recurso se ativa normalmente na madrugada, ocorrendo horas após o lançamento da atualização. Isto daria, automaticamente, algumas horas de exploração da falha enquanto os usuários ainda estão navegando em sites, possibilitando que hackers invadissem o sistema e vasculhassem dados confidenciais, por exemplo.

A conclusão dos pesquisadores é que algo deve ser feito em relação à entrega das atualizações, antes que esta prática vire lugar comum entre os hackers e o que é uma solução vire, momentos antes, dor de cabeça.

Fonte : Yahoo News / Magnet


Dica: Atualizem o windows XP para o Service Pack 3

domingo, 25 de maio de 2008

Produto High Tech


"Com as câmeras digitais certamente passamos a clicar mais: sem ter dó de gastar filmes, queremos registrar todos os momentos. Mas, para isso, é preciso ter bastante memória.

A câmera Cybershot DSC-T2, da Sony, vem com memória interna de 4GB, o que é ótimo, pois pode dispensar o cartão de memória ou servir de espaço extra caso a capacidade do seu cartão se esgote.

É um reforço muito conveniente, principalmente em longas viagens, em situações em que fica difícil descarregar as fotos em um computador.

A DSC-T2 é uma câmera compacta, com 8,1 megapixels, com zoom óptico de 3x. Sua tela de 2,7 polegadas recebe comandos de toque.

Um recurso curioso, mas não necessariamente importante, é o Smile Shutter: a câmera só clica quando a pessoa sorri. Nos testes do INFOLAB, realizado com outros modelos da Sony, o Smile Shutter funcionou, mas nem todas as vezes. Outro recurso, o Face Detection, tem mais utilidade, pois focaliza o rosto das pessoas para melhorar o foco, flahs, balanço de branco e exposição.

O preço da Cybershot DSC-T2 é 1.799 reais."

Ficha Técnica:
Tipo de Câmera: Fotográfica digital
Comunicação: USB
Memória Interna: 4GB
Sensor: 8.1MP
Resolução Máxima: 3264x2448
Flash: integrado
Zoom: óptico de 3x. Precisão do zoom digital de 6x
Monitor: LCD de 2,7" (Touch Panel)
Alimentação: bateria recarregável para até 280 fotos
Conteúdo da Embalagem: Câmera, bateria recarregável para até 280 fotos, carregador de baterias, 2 cabos, USB, cabo de alimentação, cordão de mão, caneta editora, adaptador USB para múltiplas conexões e Software Picture Motion Browser

MAIS INFORMAÇÕES:
-Processador BIONZ.
-Lentes Carl Zeiss Vario - Tessar.
-Macro de 1cm.
-Função Share Mark.
-Alta sensibilidade (ISO 3200).
-10 modos de seleção de cenas.
-MPEG Filme VX (Padrão/Fino).
-Zoom óptico durante o registro do filme.
-Favorites/auto álbum function/data View.
-In-Camera Retouching.
-Super Steady Shot.
-Tecnologia Face Detection.
-HD Slide Show com música.
-Saída pronta para HD.

sábado, 24 de maio de 2008

Windows 7 terá aplicativos online

O próximo sistema operacional para micros da Microsoft trabalhará integrado ao site Windows Live.

Aplicativos como Galeria de Fotos, Windows Mail e Movie Maker deixarão de ser instalados com o sistema operacional. Em vez disso, o Windows passará a empregar os serviços online correspondentes do site Windows Live. O plano foi descrito num memorando interno da Microsoft em agosto do ano passado. Esse documento foi recentemente publicado na web pela blogueira americana Mary Jo Foley. O texto é assinado por três vice-presidentes da Microsoft, que contam como o Windows Live deverá evoluir e se integrar ao Windows e ao Office.

Alguns dos aplicativos online que deverão ser integrados ao Windows 7 já fazem parte do Windows Live. Três exemplos são Messenger, Galeria de Fotos e Writer (o editor de blogs). Outros estão em desenvolvimento, como o Windows Live Movie Maker, conhecido pelo codinome Sundance. O cardápio completo deverá fazer parte do chamado Windows Live Wave 3, a próxima geração do pacote de serviços online da Microsoft, que poderá ser liberada ainda neste ano se a equipe de desenvolvimento cumprir o cronograma.

Uma dúvida é se a Microsoft vai começar a cobrar pelos serviços online. A empresa chegou a distribuir a alguns testadores cópias beta de um produto chamado ValueBox (codinome Albany). Ele incluiria o pacote de aplicativos Office Home and Student (que agora é vendido no Brasil por 199 reais) e acessos ao Windows Live OneCare e ao Office Live Workspace. Como se sabe, diferentemente do rival Google Docs, o Office Live Workspace apenas armazena documentos, sem oferecer a possibilidade de editá-los no próprio browser. A idéia do ValueBox seria oferecer o pacote Office, para edição no micro, junto com os serviços online complementares. Com aplicativos online como o Google Docs ganhando popularidade rapidamente, é natural que a Microsoft também ofereça alguma coisa online para se contrapor a eles.

Quanto ao Windows 7, o cronograma oficial continua prevendo que fique pronto no fim de 2009, com início das vendas avulsas no início de 2010, três anos depois do lançamento do Vista. Claro que, como todos sabemos, a Microsoft nem sempre cumpre o cronograma. Assim, ninguém deve estranhar se o Windows 7 demorar mais que o planejado para ficar pronto.

Depois do fracasso do Windows vista, Microsoft começa a desenvolver o Windows Seven

O Windows Seven ou Windows 7 é um sistema operativo da Microsoft atualmente em desenvolvimento, que será o provável sucessor do Windows Vista. Antes seu nome era conhecido como Windows Vienna ou Windows Blackcomb. Apesar do Windows Vista ter sido lançado no mercado mundial (o lançamento, dia 30 de Janeiro de 2007), o Windows Seven (cujo núcleo recebeu o codinome MinWin) já é esperado por muitos que fazem testes com as versões beta do Windows Vista (beta-testers).

Veja video:






Ao mesmo tempo, o site WinVista Club publicou uma declaração oficial da Microsoft sobre o Windows 7. O que a Microsoft diz é que o Windows 7 está em "fase de planejamento" e que seu desenvolvimento deve demorar três anos. A interpretação do site é que o lançamento do Windows 7 está sendo planejado para 2011. Não é bem assim. A empresa vem dizendo há algum que o Windows 7 está em fase de planejamento. É uma frase padrão, usada para desencorajar perguntas sobre novos recursos, preços e datas de lançamento, por exemplo. Não significa que o Windows 7 só sairá em 2011. Em outros sites constam que ele será lançado no fim de 2009.

Para mais informações acesse: http://www.thinknext.net/archives/2150

Como transformar um memory key num "disco" de boot para emergências no Windows XP

Quem administra redes acaba topando, uma hora ou outra, com um PC em que o Windows está tão baleado que não quer nem iniciar. Nesses casos, uma solução é copiar os arquivos do usuário para a rede e, assim, formatar o HD e reinstalar o sistema, sem correr riscos. Para isso, é claro, é preciso que o micro funcione. Neste tutorial, veremos como dar a partida no PC usando um memory key para carregar o sistema. Um dispositivo preparado para isso pode ser incorporado ao kit de ferramentas do profissional de suporte ou do usuário. Carregado o sistema, é possível fazer backup dos dados e rodar utilitários para diagnóstico e manutenção no micro com problemas. Vejamos, a seguir, os passos para a configuração desse memory key de emergência.

1. O BartPE

Basta um memory key de 256 MB para criar o seu bote salva-vidas. O segredo desse minimalismo é o freeware PE Builder (www.info.abril.com.br/download/3686.shtml), também conhecido por BartPE, em referência ao seu criador, Bart Lagerweij. Depois de baixar e descompactar o BartPE, abra o Windows Explorer e localize o arquivo pebuilder.exe dentro do diretório do programa, que não cria os atalhos automaticamente. Dê um duplo clique nesse arquivo para rodar o programa.

2. Enxugando o Windows

Coloque o CD original do Windows XP no drive. Na tela do Bart PE, indique a localização do CD no campo Path to Windows Installation File. Marque a opção Create ISO Image e digite um nome para o arquivo que será gerado no campo logo abaixo. Clique no botão Build e aguarde até que o processo de cópia termine. O arquivo ISO que contém a imagem terá cerca de 160 MB, contendo os componentes mínimos necessários do Windows XP e algumas ferramentas de diagnóstico e reparo.

3. O memory key

Como as imagens ISO geralmente são usadas para queimar CDs ou DVDs, será necessário um programa específico para gravar os arquivos no memory key. Neste tutorial, vamos usar o FlashBoot (www.info.abril.com.br/download/4297.shtml), especializado nessa tarefa.

Depois de baixar e instalar o programa, vamos rodá-lo. Na tela inicial, clique em Next. Em seguida, você deve escolher o tipo de disco que vamos criar. Marque a primeira opção, Convert BartPE Bootable Disk to Bootable Flash Disk. Clique no botão Next. Na próxima tela, informe a localização do arquivo ISO que você criou com o BartPE. Antes de prosseguir com a configuração, acople o memory key a alguma porta USB do PC. No passo seguinte, indique a unidade correspondente ao memory key para a gravação da imagem. Avance e escolha o tipo de particionamento USB-HDD. Clique em Finish para iniciar a gravação. Se não ocorrer nenhum erro, o seu memory key já estará pronto quando a operação terminar. Você pode aproveitar o espaço que sobrou no dispositivo para incluir outros programas úteis.

4. Preparando o PC

Nem todos os computadores são capazes de dar a partida por dispositivos USB. Para verificar isso, você deve entrar no sistema de configuração da BIOS do PC. Na maioria dos micros, isso é feito pressionando a tecla Del durante a partida. Navegue nos menus de configuração da BIOS usando as teclas com setas. Procure pelo item referente ao boot. Nele, verifique se há alguma opção de boot chamada USB-HDD ou algo semelhante. Se houver, selecione-a e salve as configurações. Conecte, então, o memory key e reinicie o PC. Em alguns casos, nem todas as portas USB existentes irão servir para essa tarefa. Se algo der errado, tente mudar de entrada. Para ter certeza do funcionamento, só mesmo testando.

5. Carregando o sistema

Ao fazer o boot pelo memory key, surgirá a mensagem “Starting BartPE” e uma barra de progresso enquanto o sistema é carregado. Não se assuste, o processo é um pouco lento mesmo. Uma versão light do Windows XP, com um desktop limpo e papel de parede com o logotipo do Bart PE, entra em ação. A primeira tela que irá surgir será a da configuração da rede TCP/IP. Nela, indique as opções adequadas à sua rede e, quando terminar, clique em OK. Finalizada essa operação, o micro já deve ser capaz de se comunicar pela rede.

No canto inferior esquerdo da tela, fica o menu Go, que mostra o caminho para uma série de utilitários e ferramentas de diagnóstico. Agora, o trabalho é tentar consertar o estrago no HD ou salvar os arquivos do usuário, que podem ser mandados pela rede ou mesmo copiados para o memory key.